Dica imperdível pra esse fim de semana:
AS CASAS
[COLETIVO DE VENTILADORES]
João Redondo e Antônio Quadrado são dois cidadãos comuns, vizinhos, que habitam numa cidade como qualquer outra do mundo. Eles possuem um ponto em comum: a paixão pela música e pelos livros. E outro ponto que os diferencia: a maneira que eles se relacionam com o lixo produzido. A partir das histórias de vida de cada um deles, os espectadores serão conduzidos à uma reflexão sobre o planeta e sua sustentabilidade.
Direção: Fábio Supérbi e Juliana Notari
Onde? No Sesc Jundiaí
Quando? Dias 29 e 30 de agosto, às 11h
http://www.sescsp.org.br/programacao/69669_AS+CASAS
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
1 Gaivota - é impossível viver sem teatro
Sábado, dia 22 às 20h e Domingo, dia 23, às 18h, no Sesc Jundiaí,
Com a Cia Antikatártika Teatral.
Direção: Nelson Baskerville
http://www.sescsp.org.br/programacao/69280_1+GAIVOTA+E+IMPOSSIVEL+VIVER+SEM+TEATRO#/content=saiba-mais
Com a Cia Antikatártika Teatral.
Direção: Nelson Baskerville
http://www.sescsp.org.br/programacao/69280_1+GAIVOTA+E+IMPOSSIVEL+VIVER+SEM+TEATRO#/content=saiba-mais
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Check list da manhã
Acordar pela manhã
olhar o céu
sentir o clima
fazer um café
ao som da música preferida
pensar, de leve, nas coisas a fazer
dizer bom dia para pessoas importantes
em sua vida,
mesmo que virtualmente.
Tomar um banho com calma
prestar atenção na água que cai no corpo
mentalizar a negatividade indo embora
usar um perfume gostoso
pentear os cabelos tranquilamente
alongar o corpo
limpar a casa, ainda que apenas um cômodo
colocar as coisas no lugar
jogar fora o que está em desuso
respirar. cantar.
pensar em coisa boas
definir prioridades para o dia
abraçar alguém especial
sair de casa feliz para o trabalho
afinal, ele é a base do seu sustento
no caminho, observar ao redor
rezar em silêncio para o seu Deus
buscar o riso e a cordialidade
ler poesia, consumir arte
dizer "eu te amo" quantas vezes for necessário
não passar vontade
cometer pequenas "gordices"
sem peso na consciência
tomar chá
tomar água
comer frutas
olhar o entardecer e sentir-se parte dele
tentar, ainda que seja difícil,
colocar a negatividade fora da mente
fora da pauta
assistir um desenho animado e rir
não dar tanta importância para o que não se pode resolver
sentir o anoitecer
curtir a casa
o silêncio
chamar os anjos
tem um bom papo com eles
dizer boa noite para seu amor
aconchega-se em seus lençóis
e ter lindos sonhos
conforme combinado com seus anjos da guarda.
|Priscila Modanesi|
olhar o céu
sentir o clima
fazer um café
ao som da música preferida
pensar, de leve, nas coisas a fazer
dizer bom dia para pessoas importantes
em sua vida,
mesmo que virtualmente.
Tomar um banho com calma
prestar atenção na água que cai no corpo
mentalizar a negatividade indo embora
usar um perfume gostoso
pentear os cabelos tranquilamente
alongar o corpo
limpar a casa, ainda que apenas um cômodo
colocar as coisas no lugar
jogar fora o que está em desuso
respirar. cantar.
pensar em coisa boas
definir prioridades para o dia
abraçar alguém especial
sair de casa feliz para o trabalho
afinal, ele é a base do seu sustento
no caminho, observar ao redor
rezar em silêncio para o seu Deus
buscar o riso e a cordialidade
ler poesia, consumir arte
dizer "eu te amo" quantas vezes for necessário
não passar vontade
cometer pequenas "gordices"
sem peso na consciência
tomar chá
tomar água
comer frutas
olhar o entardecer e sentir-se parte dele
tentar, ainda que seja difícil,
colocar a negatividade fora da mente
fora da pauta
assistir um desenho animado e rir
não dar tanta importância para o que não se pode resolver
sentir o anoitecer
curtir a casa
o silêncio
chamar os anjos
tem um bom papo com eles
dizer boa noite para seu amor
aconchega-se em seus lençóis
e ter lindos sonhos
conforme combinado com seus anjos da guarda.
|Priscila Modanesi|
terça-feira, 7 de julho de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Deriva.
O amor e suas implicações que não se medem em ampulhetas
nem em fórmulas matemáticas
nunca se sabe que riquezas pode encontrar
às vezes somos o tesouro
noutras o pirata
por vezes um mapa
há dias em que me sinto o velho papagaio caolho no ombro do pirata...
anunciando os horizontes à vista mesmo sem compreender de imensidão e direções exatas...
há dias em que a bússola não sabe pra onde me direcionar
e fico à deriva...
no meio do amor... no meio do mar
as ampulhetas quebradas
a matemática que eu nunca soube utilizar...
nada me guia nesses momentos de mergulho cego
eu sou um náufrago
eu sou um vendedor de peixes
eu sou o que tece a rede do pescador
eu sou a espuma. o marulhar...
eu sou Iemanjá.
Priscila Modanesi
nem em fórmulas matemáticas
nunca se sabe que riquezas pode encontrar
às vezes somos o tesouro
noutras o pirata
por vezes um mapa
há dias em que me sinto o velho papagaio caolho no ombro do pirata...
anunciando os horizontes à vista mesmo sem compreender de imensidão e direções exatas...
há dias em que a bússola não sabe pra onde me direcionar
e fico à deriva...
no meio do amor... no meio do mar
as ampulhetas quebradas
a matemática que eu nunca soube utilizar...
nada me guia nesses momentos de mergulho cego
eu sou um náufrago
eu sou um vendedor de peixes
eu sou o que tece a rede do pescador
eu sou a espuma. o marulhar...
eu sou Iemanjá.
Priscila Modanesi
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Sobre matar Leões
"Às vezes sinto uma preguiça em caçar os leões nossos de cada dia...
É força bruta viver.
É suor que ao fim do dia...
A gente lamenta ou transforma em poesia....
Às vezes não mato leões
Falo a eles sobre coragem
E ficamos longas horas debatendo a vida.
Às vezes eu finjo que mato e guardo os leões dentro do peito.
Eles se amansam no pulsar do meu coração
Mas antes que criem casa
Eu os expulso de forma absurdamente voraz
Em ímpetos
Em intensidade
Com as garras afiadas.
Tem dias que é melhor ser o leão e deixar-se ser caçada...
Não abatida... mas presa por um tempo em algo que faça sentido....
Porque no fim das contas os leões são alegorias que nos mostram o quanto a vida é selvagem e pode nos devorar"
Priscila Modanesi
É força bruta viver.
É suor que ao fim do dia...
A gente lamenta ou transforma em poesia....
Às vezes não mato leões
Falo a eles sobre coragem
E ficamos longas horas debatendo a vida.
Às vezes eu finjo que mato e guardo os leões dentro do peito.
Eles se amansam no pulsar do meu coração
Mas antes que criem casa
Eu os expulso de forma absurdamente voraz
Em ímpetos
Em intensidade
Com as garras afiadas.
Tem dias que é melhor ser o leão e deixar-se ser caçada...
Não abatida... mas presa por um tempo em algo que faça sentido....
Porque no fim das contas os leões são alegorias que nos mostram o quanto a vida é selvagem e pode nos devorar"
Priscila Modanesi
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